No meu mundo

No meu mundo imperam as decepções
E os “adeus”, estes em especial.
No meu mundo impera a coação para se
despedir, despir, desmentir.
Para ir
E não mais voltar até que se diga o contrário.
E que me provem que sou um salafrário.
Por enquanto permaneço aqui…
Longe, distante
Nessa realidade gritante
Infinita que finda quando disserem, assim que quiserem,
Diferente de antes.
Faz parte, vira arte, escrevo poesia
Tudo da mais pura cortesia.

Bruno Panhoca

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