Saí da casa para olhar as estrelas, pois

Num momento de alegria,
Fez-se o silêncio
Pela falta que teria.
Suavidade da latência.

Quando se sabe que o mundo
É finito e não tem escrúpulo,
O que se sente é extremamente inato e profundo
E respira-se fundo mergulhado no crepúsculo.

É engraçada a semelhança entre isso e a vida,
Além de serem algo único,
É desconhecida.
Tudo isso não passa de mímica

De algo sóbrio.

Viale de Lara

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