Para você.

Tão cedo
Tanto medo
Debaixo desse arvoredo
Faço pinturas com o dedo
E se digo que tenho medo
É porque penso no dia que cedo
Então é cedo embaixo desse arvoredo.
Sinto que tarda,
Sinto que é tarde
Talvez o orgulho já tenha se apossado de nós.
Quem sabe?
Eu gostaria de saber.
Se posso, se devo, se quero.
“Não sei, não sei…”
As vezes te quero,
Algumas me desespero,
Mas sempre, lembre-se, te espero.

Bruno Panhoca

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