Então

Cantemos, então.
Pela felicidade,humildade e cumplicidade.
Lutemos, então.
Pela integridade, pelo fim da saudade.
Num mundo inverso – se nada fizermos –
Escrevamos um verso. 
Talvez dois ou três.
Não só uma vez.
Grite o tempo todo,
Pelo triunfo da loucura; 
Pelo fim dessa merda de cura;
Pela insanidade nas ruas; 
Por mais pessoas nuas;
Nuas de superficialidade
Que prezem a essencialidade.
E que cantem mil vezes: 
Não basta ser são e fazer pouco.
Admito, prefiro ser louco.

Bruno Panhoca

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